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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Retrospectiva Especial | 1 ano de Eu Critico Tu Criticas



Há um ano atrás, o Eu Critico Tu Criticas nascia. Desde pequeno, eu sempre fui fã de televisão, principalmente de novelas. Me lembro  que aos nove anos de idade eu tinha um caderno onde criava minhas próprias novelas e catalogava tudo o que assistia na televisão. Com a Internet, meus registros novelísticos e minhas opiniões sobre o que acontece na TV brasileira migraram para a rede. No finado Noveleiros de Plantão, famoso grupo de novelas no facebook no qual participei desde 2012, sempre fui uma figura conhecida e polêmica. Alguns, inclusive, me chamavam de Téo Pereira (aquela jornalista bicha má interpretada por Paulo Betti em Império), por sempre destilar o meu veneno com bom humor. Minha fama no grupo foi crescendo tanto que colecionei muitas amizades (algumas inimizades também, confesso) que pediam para eu criar mais posts e até sugeriram que eu criasse um site. Na época, eu estava bastante atarefado tendo que conciliar escola e cursinho preparatório. Até que, finalmente, no dia 4 de fevereiro de 2015, o Eu Critico Tu Criticas saiu do papel e foi lançado oficialmente no facebook. O negócio cresceu tanto que dois meses depois criei esse blog para poder falar sobre a TV de forma mais aprofundada, já que não dá para criar textos enormes em um post de facebook. E para ter mais cliques, é claro, afinal, não me chamam de Téo Pereira a toa.

Um anos depois, não sei o quanto que estou agradando, mas estou muito contente e me esforço diariamente para trazer aos leitores matérias e notícias comentadas de uma forma mais descontraída e menos didática. Não tenho palavras para agradecer as leituras e compartilhadas de vocês (são mais de três mil curtidas no facebook e mais de mil visualizações por dia no blog), fora os comentários sempre inspirados (mesmo os que me mandam tomar naquele lugar onde não bate sol ou vivem me acusando). E para que essa matéria pareça ainda mais uma autobajulação, vamos relembrar nossas matérias mais antigas e memoráveis. Vai que você não leu e decide dar mais cliques...


Essa matéria deu o que falar e me rendeu meus primeiros cliques. Os comentários viraram um campo de guerra. De um lado, os fãs do Comendador acusando a Maria Marta de ser uma pilantra. Do outro, os fãs da Maria Marta acusando o Comendador de ser um canalha. E esse redator que vos fala rindo de tudo isso. Relembre aqui.




Esse infográfico explicou direitinho toda a trama de Felizes para Sempre?.



O Brasil estava passando por uma crise hídrica histórica há algum tempo atrás e nós descobrimos quem foi a grande culpada disso. Relembre aqui.




O Eu Critico Tu Criticas surgiu beeeeeem depois de Amor A Vida, mas nem por isso deixamos de falar dos seus profissionais nada corretos. Relembre aqui.




Quem foi que disse que as novelas mexicanas são todas caretas, cafonas e antiquadas? O Eu Critico Tu Criticas provou o contrário! Relembre aqui.




Se você está precisando de uma empregada, aqui tem as melhores candidatas.




Relembre nossa homenagem a Raposa Loira e Felpuda aqui.




E quando eu achei que Babilônia seria um novelão? Fui trouxa! Relembre aqui.



Se você quer matar sua inimiga queimada, leia essa matéria bem aqui. Mas se for presa depois ou acabar morrendo, não venha colocar a culpa em mim, viu?



José Pedro? Que nada! O verdadeiro Fabrício Melgaço em Império foi a Maria Marta. É verdade! E o Eu Critico Tu Criticas provou isso bem aqui.



Lembram do "Gugu na Minha Cela", onde ele entrevistava presos famosos? E se o Gugu entrevistasse os personagens presidiários das novelas? Confira aqui.



Nem toda mocinha é songamonga e desperta a nossa antipatia. Relembre aqui.




Nossa primeira matéria no blog foi sobre a icônica cena de Maria do Bairro em que Soraya Montenegro surta com tudo mundo. Relembre aqui.




Relembre nosso TOP 10 com as mães mais desnaturadas da telinha bem aqui.



Relembre aqui nossa linha do tempo das novelas sobre os 50 anos da Globo.



Relembre aqui uma época quando eu ainda defendia e brincava com Babilônia.



As vilãs reais de Lícia Manzo. Veja aqui.



E se os personagens de Amor A Vida fossem mutantes? Confira aqui.



Relembre a novela da vida real da nossa eterna La Usurpadora bem aqui.



Relembre aqui as vilãs das nove que prometiam muito e entregaram pouco



7 sucessos do passado que flopariam hoje em dia: veja aqui.



Relembre os protagonistas songomongos de Sete Vidas bem aqui.



A Favorita vs Avenida Brasil? Qual é a melhor? Decida aqui.



Não é só de Helenas que vivem as novelas do Manoel Carlos. Relembre as filhas ingratas e mimadas das Helenas bem aqui.



Cobras & Lagartos foi uma novela maravilhosa e um dos seus principais atrativos foi o duelo pra lá de divertido entre Leona e Ellen, duas vilãs loiras, incríveis e memoráveis. Mas qual das duas foi a melhor? Isso você confere bem aqui.



Verdades Secretas foi, sem dúvida nenhuma, a novela que eu mais gostei de comentar porque tinha bafão todo dia e sempre rendia muitos cliques. E uma das minhas resenhas mais famosas e polemicas da trama foi essa aqui.



Se os mexicanos tem a Trilogia das Marias da Thalía, nós brasileiros temos é a Trilogia das Mocinhas Songamongas interpretadas pela Paola Oliveira. Mas qual das suas três protagonistas foi a mais chata? Vem conferir aqui.



Vítima ou algoz? Chegou a hora do juízo final para a Angel de Verdades Secretas e ainda dá tempo de você dar a sua sentença bem aqui.



EXTRA! Confira aqui o final inédito de Verdades Secretas que não foi ao ar!



Relembre aqui o dia em que as pragas do Egito assombraram o Projac.



Será que acertamos as teorias da novela? Relembre aqui.


Aos invejosos de plantão, aviso que o Eu Critico Tu Criticas segue firme e forte na missão de divertir e informar sobre o mundo da TV e, se Deus quiser, ainda teremos mais dois, três, mil anos pela frente. Não poderia aqui escrever todos os nomes dos nossos leitores mais fiéis porque são muitos e do jeito que a minha memória é ~ótima~ acabaria esquecendo de muita gente. Por isso, pra você que lê, curte, comenta ou compartilha o Eu Critico Tu Criticas todos os dias, o meu muito obrigado!!!



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Novelão Mexicano: Coração Indomável



Uma história, quando cai no gosto do público, se bem adaptada, pode voltar a fazer sucesso uma e outra vez. E esse foi o caso de Corazón Indomable, um grande sucesso de 2013 da Televisa, cuja exibição inédita aqui no Brasil chegou ao fim nesta sexta-feira (15/10), pelo SBT.


Na trama, original de Inés Rodena, Maricruz (Ana Brenda Contreras) é uma jovem selvagem que vive numa cabana com seu velho avô Ramiro (Ignacio Lopez Tarso) e sua irmã Solita (Gaby Mellado). Um dia, ela conhece Octavio Narvaez (Daniel Arenas), dono da fazenda vizinha, que a defende e ganha seu coração. Octavio não deseja viver na fazenda, mas é obrigado pela dificuldade financeira de seu irmão, Miguel (René Strickler). Para afrontar sua família, Octavio se casa com Maricruz e a leva para viver na fazenda, despertando o ódio de sua cunhada, a perversa Lucía (Elizabeth Álvarez), que arma mil armadilhas para separá-los. Octavio abandona Maricruz, que, por ingenuidade, perde sua casa, sua liberdade (já que é presa injustamente após uma armação de Lucía) e até seu avô, assassinado a mando de Lucía em um incêndio. O que ela não imagina é que seu verdadeiro pai, Alejandro Mendoza (César Évora), está a sua procura. E será a partir dele que Maricruz, agora convertida na fria e elegante Maria Alejandra Mendoza, começará um plano de vingança contra os Narvaez.

MARICRUZ-04

A história já havia feito sucesso como La Venganza (1977), com Helena Rojo e Enrique Lizalde, e dado a volta ao mundo como Marimar (1994), com Thalía e Eduardo Capetillo. Nas três versões, fora adaptada por Carlos Romero, o maior expert no texto da autora cubana Inés Rodena. E para reescrever a novela, agora como Corazón Indomable, o autor se baseou mais na versão de 1977, onde o galã tinha um irmão e não um pai como em 1994. Fora isso, a versão de Thalía terminou abruptamente quando a produção se desentendeu com Thalía e a história foi encerrada às pressas. Os acontecimentos que viriam em seguida foram retomados nessa nova versão, que teve algum sabor de novidade. Como, por exemplo, a família original da protagonista. Aqui, Maricruz tinha apenas um avô e uma irmã de criação que era surda-muda. Também não havia o cachorro Pulguento – uma das marcas mais célebres da versão de 1994. Maricruz chegou a ter um macaquinho de estimação, que com o tempo foi sumindo e nunca teve pensamentos Ainda bem, né? Ia ser micão demais!.


Outras novidades: o personagem Alejandro Mendoza era dono de uma rede de cassinos, não um clube (e Vale Encantado virou Ilha Dourada), tendo como cenário principal um navio gigantesco. A administração estava a cargo de duas irmãs, Carola Canseco (Rocío Banquells) e Raiza (Ana Patricia Rojo), que, inclusive, desejava se casar com Alejandro e, posteriormente, se interessava por Octavio. Nessa fase do cassino, também surgiu o personagem Emir Karim (Carlos de la Mota), um exótico sheik obcecado por Maria Alejandra. Esse personagem em 1994 foi interpretado por Marcelo Buquet e apenas era um empresário. Esse toque kitsch de existir um emir apaixonado pela protagonista aconteceu, porém, na versão dos anos 70, e agora, em 2013, fez bastante sucesso. Mas, se por um lado havia essa dose exacerbada de excentricidade, faltou mais exuberância no visual de Maria Alejandra Mendoza. Seus vestidos e penteados não eram tão divertidos quanto em Marimar.


Mexendo uma coisa ali, outra aqui, Carlos Romero ergueu novamente uma trama rosa deliciosa e com todos os ingredientes para agradar o público. Corazón Indomable, mesmo exibida às 16h lá no México, foi líder de audiência, com números impressionantes. Pese a isso, a produção bastante simples, que pecou nos cenários demasiado artificiais, iluminação confusa, entre outros percalços, mas que no fim não importam muito quando a novela é definitivamente um êxito.

Corazón Indomable foi marcada por várias fases. Primeiro, a da fazenda; depois, a da Ilha Dourada, incluindo com a rival de Maricruz, Dóris (Ingrid Martz), filha do governador da cidade. E foi nessa fase que a audiência explodiu e fez com que a novela liderasse com folga por cima de todas as outras tramas do horário estelar. Assim como em Marimar, o recorde de audiência nessa nova versão se deu quando a vilã Lucía retirou notas promissórias da lama. A vingança de Maricruz atingia seu ápice.


A fase seguinte reintegra alguns personagens que andavam esquecidos, como Simona (Isadora González), que era feia e virou bonita graças aos cosméticos Jequiti? e se casa com Octavio. Após algum tempo como vilã, ela fica doente e se divorcia de Octavio. Já Maricruz conhece o engenheiro Álvaro Cifuentes (Sergio Goyri), enquanto pouco a pouco perde toda a sua fortuna. Marimar acabava nesse exato ponto, com a diferença que, ao final, ela conseguia recuperar toda a sua fortuna. Nesse meio tempo, Miguel é assassinado pelo irmão gêmeo de Eusébio (Carlos Cámara Jr), o capataz da fazenda dos Narvaez, por vingança porque ele havia matado o empregado por tentar abusar de Lucía. Maricruz volta para a cidade do México e conhece o playboy Alfonso del Olmo (Brandon Peniche), um pintor sem talento e que deseja pintá-la nua e leva-la pra cama. Maricruz se recusa e vira dama de companhia da mãe dele, Clementina (Silvia Manriquez). E acaba reencontrando Octavio, já que ele era amigo de Alfonso. A personagem Dóris fez tanto sucesso que reapareceu nessa etapa, novamente disposta a conquistar Octavio, provocando mais uma série de desentendimentos.

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A fase final da novela gira em torno do assassinato de Alfonso. Ele conhecia um pintor talentoso, mas sem fama, o perturbado Anibal (Axel Ricco). Numa exposição, ele expôs um quadro de Anibal, que, por não ser reconhecido, o mata. Maricruz acredita que Octavio matou Alfonso por ciúme, assume a culpa do amado e acaba indo parar na prisão, onde, para a surpresa de todos, dá de cara com Carola Canseco, que apronta mais algumas para ela. Natasha (Arleth Terán), outra pintora e desafeto da mocinha, era quem tiraria Maricruz da cadeia, pois era a única quem sabia que Anibal era o verdadeiro assassino. Os últimos capítulos giram em torno de Maricruz na casa do engenheiro Cifuentes em voltas com sua filha rebelde, Elsa (Paola Torres). Ela odiava o pai pois ele a havia afastado de um namorado canalha – que resultava ser justamente o pintor Alfonso.

Conclusão: a história era eterna. A impressão que dá é que a novela poderia estar até hoje no ar apenas explorando as idas e vindas de Maricruz e Octavio. E mesmo com 161 capítulos, ainda ficaram muitos cabos soltos na adaptação e isso foi algo injustificável. O último capítulo terminou com grandes furos. Os mais graves: Solita, a irmã de Maricruz, que no começo da novela foi estuprada por Eusébio e ficava grávida dele, nunca contou pra ninguém quem a havia abusado. Pior: durante toda a fase do cassino, ela praticamente é esquecida pelo roteiro. Também não ficamos sabendo o que aconteceu com o resto da fortuna de Maricruz ou se ela havia sido ou não enganada por seu empregado, entre outros. Fora algumas incoerências, como Maricruz e Octavio se perderem completamente um do outro e não ter nenhum tipo de comunicação em pleno 2013. Também foi um pouco constrangedora a participação de Manuel Landeta como Teobaldo, o empregado do cassino meio retardado e doente. Ele basicamente simulou uma espécie de Corcunda de Notre Dame e uma careta para dar vida ao personagem, que também teve um destino mal contado dentro da história.

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O elenco teve uma série de destaques, sendo o principal deles, a protagonista Ana Brenda Contreras. Mesmo diante de um personagem imortalizado por Thalía, a atriz deu sua própria leitura para a personagem, tanto na fase ingênua, bastante terna, quanto na fase vingativa de Maria Alejandra. Aqui, a atriz ganhou definitivamente um status de grande estrela que há tempos merecia. Apesar de alguns erros na conclusão de algumas tramas e o vai e vem de personagens, Corazón Indomable foi uma deliciosa trama cheia de vilões, armações, intrigas, um casal apaixonado, heranças, vingança, enfim, tudo o que o público de uma história rosa espera e gosta de ver dentro de uma novela.


Agradecimentos: NovelaMexicana


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Novelas que marcaram as crianças de todas as gerações





1968: A Pequena Órfã



A primeira novela diária infantil de grande repercussão foi A Pequena Órfã, de Teixeira Filho, exibida na TV Excelsior entre 1968 e 1969, com a então menina Patrícia Aires como protagonista. O sucesso foi tanto que até as outras emissoras passaram a investir no gênero. Foi quando houve um boom de novelas infantis na TV brasileira, entre o final da década de 1960 e início da década de 1970.



1972: A Patota




Na trama infantil, Neli (Débora Duarte), seu namorado Jorge (Mario Gomes) e o professor Simões (Marco Nanini) unem forças para ajudar as crianças Juliana (Rosana Garcia), Vicente (Fábio Mássimo), Pedro (Córis Júnior) e Tião (José Prata) a realizarem seu grande sonho: fazer uma viagem à África. As crianças moram todas na mesma vila, que mistura pobres e ricos. Enquanto isso, amores e namoricos recheavam a novela.




1983: Chispita




Com o sucesso da novela mexicana Os Ricos Também Choram, o SBT acreditou que novelas estrangeiras pudessem dar certo por aqui e trouxe a infantil Chispita (Lucero), cuja protagonista-título era uma menina encantadora, cheia de vida e alegria. Órfã desde a suposta morte dos pais, vivia num orfanato de freiras, onde todos a amavam muito. Com sua doçura, provou que o amor pode superar qualquer desafio. A trama no Brasil encantou o público e fez um grande sucesso (ainda maior que o da antecessora mexicana), sendo exibida em dois horários e, mais tarde, viria a ser reprisada sete vezes. A última reprise foi em 1992.





1985: A Gata Comeu



A comédia romântica teve uma grande aceitação do público infantil. Além de suas tramas espalhafatosas e de seu humor ingênuo e gostoso, A Gata Comeu tinha o tal clubinho formado pelas crianças Cuca, Adriana, Xande, Sueli, Nanato, Cecéu e Verinha, que incentivou de certa forma a todas as crianças da época a montarem o seu próprio clubinho na vida real.



1991: Carrossel

No início da década de 1990, uma telenovela infantil conseguiu o que poucas produções até hoje já alcançaram: sacudir a supremacia da Toda Poderosa Rede Globo, que precisou mexer em sua programação afim de frear a perda de audiência para o SBT naquela época. Antes de Carrossel, o SBT tinha apenas 6% da audiência contra 54% para o Jornal Nacional, seu concorrente direto no horário. Após a novelinha mexicana entrar no ar, o SBT subiu para a casa dos 27%, enquanto o jornal da concorrente caiu para 41%. O segredo do sucesso de Carrossel não era nenhum segredo. Num horário dominado por atrações oferecidas aos adultos, ela era uma novela para crianças, interpretada por crianças. Carrossel falava de problemas do dia-a-dia do público: do menino que não fez a lição de casa, do pai que não tem dinheiro para comprar uma bola de futebol pro filho, da menina que não consegue se enturmar na classe, do garoto frágil espezinhado pelo grandalhão na hora do recreio...

1991: Vamp






O mundo dos vampiros chegou à telenovela brasileira em 1991, trazendo uma linguagem de história em quadrinhos e muito humor. Essa nova empreitada de Antônio Calmon atingiu em cheio ao público infantil, que acompanhava fascinado a agitada e divertida novela das 7, Vamp.



1996: Luz Clarita








Estrelada pela atriz mirim Daniela Luján, Luz Clairta é um remake de ChispitaE, novamente, uma história tão simples e inocente foi um grande êxito e todos se apaixonaram pela história da órfã que só queria levar felicidade a todos.








1996: Caça Talentos

Num primeiro momento, a novela era exibida logo depois do fim do Angel Mix (que era o programa que a Angélica apresentava quando era apresentadora infantil), mas tempos depois ela começou a ser apresentada dentro do Angel Mix mesmo porque perceberam que a novela dava mais audiência do que o próprio programa. Caça Talentos fez um enorme sucesso entre a criançada da época (junto com Chiquititas) e era muito difícil não encontrar uma criança que não quisesse fazer magia copiando o gesto que a inesquecível fada Bela (Angélica) tinha com os dedos ou que não batesse na testa todas as vezes que falava "Honorável Kelvin".


1997: Chiquititas

Um orfanato, um triângulo amoroso e crianças felizes cantando, dançando e aprontando várias aventuras. Essa foi a fórmula criada em 1995 na Argentina pela produtora Cris Morena e que foi batizada de Chiquititas. Uma fórmula de tão grandioso êxito que, mais tarde, em 1997, viria a ser utilizada pelo SBT na produção da versão brasileira da novela, repetindo o sucesso e revelando grandes estrelas: Fernanda Souza, Bruno Gagliasso, Débora Falabella, entre outros.


2000: O Diário de Daniela


Produzida pela Televisa, veio ao Brasil através do SBT em 2000, para cobrir as férias da telenovela Chiquititas. A novela foi feita sob medida para o mesmo público: o infanto-juvenil. O Diário de Daniela tinha como principal objetivo despertar nas crianças sentimentos e atitudes que iriam ajudá-las a valorizar o ser humano. A importância da amizade, a solidariedade e o respeito ao próximo são alguns dentre os muitos exemplos que foram mostrados através da história de Daniela e seus amigos.

2001: Gotinha de Amor






Para substituir o grande sucesso Chiquititas em 2001, o SBT atacou mais uma vez com um dramalhão mexicano. A novela Gotinha de Amor foi escolhida a dedo pela emissora de Silvio Santos para não perder o público que conseguiu reunir. Assim, Gotinha de Amor tinha uma trama muito parecida com a antecessora, explorando o sofrimento infantil, e, consequentemente, foi um estouro de audiência.







2001: Carinha de Anjo







A historia se desenvolveu entre risos, lágrimas e travessuras. A pequena Dulce Maria, com sua alegria inocente e espontânea, trouxe ternura a todos os que tiveram a sorte de fazer parte da vida dela ou de simplesmente assisti-la.



2002: Cúmplices de um Resgate



Cúmplices de um Resgate foi um grande sucesso protagonizado pela atriz e cantora Belinda. A novela foi exibida no horário nobre, em 2002, e nas tardes do SBT, em 2006. Na história, Belinda interpretava as gêmeas Mariana e Silvana, que não se conheciam e viviam em mundos opostos. Vale destacar que um ponto baixo da novela foi a substituição de Belinda pela atriz Daniela Luján.



2002: O Beijo do Vampiro




Antônio Calmon trouxe de volta vampiros como tema principal e, novamente, obteve uma ótima aceitação do público infantil. A abertura em desenho animado já era uma premissa de que público, principalmente, a novela pretendia atingir. Calmon trouxe de volta o bom humor de Vamp, os personagens caricatos e vampiros mirins



2005: Floribella


A Band foi até a Argentina atrás de um formato que fez sucesso na América Latina e na Europa. A versão brasileira de Floribella chegou a marcar oito pontos de audiência na Band. Para uma emissora que, antes da novelinha, não conseguia chegar nem a um ponto de audiência, é claro que foi um fenômeno, não é mesmo? Tanto é que a Band providenciou até uma segunda temporada de Floribella.


2005: Rebelde


Era difícil prever a repercussão da novela aqui no Brasil. Os índices de audiência (pelo menos, no começo) foram elevadíssimos e a vinda da banda RBD (formada pelos atores) quase destruiu o estacionamento de um shopping pelo excesso de fãs. Infelizmente, saiu até morte no meio dessa confusão toda. Rebelde (a versão mexicana) foi um fenômeno mundial. O número de produtos vendidos aqui no nosso país também surpreendeu: CDs, DVDs, revistas, livros… ufa!

2012: Cheias de Charme

Cheias de Charme não foi uma novela infantil (nem crianças tinha), mas, mesmo assim, conseguiu atingir em cheio as crianças (não só elas, mas o público em geral). Não tinha como não se divertir com essa trama tão bem costurada, alto astral, colorida e que nos remetia às deliciosas comédias das sete dos anos 80. Uma vilã de história em quadrinhos, divertida, exagerada e que sempre se dava mal em suas vilanias para acabar com um trio musical, As Empreguetes, cujas músicas vieram a se tornar uma febre tanto na ficção quanto na realidade. Com certeza, as crianças da nova geração foram marcadas por Cheias de Charme e devem viver cantando o "Vida de Empreguete".

2012: Carrossel

Remake da versão mexicana, mais uma vez a Professora Helena e sua turma do terceiro ano agradaram o público. Carrossel tornou-se um verdadeiro fenômeno de audiência para os padrões do SBT. Sua alta repercussão refletia a carência das crianças de programação infantil no horário nobre da TV aberta brasileira. A novela conseguiu atrair um público que estava nos canais pagos ou até mesmo longe da televisão. O SBT não teve dúvida e, após o êxito de Carrossel, continuou investindo em remakes de tramas infantis de sucesso, com a volta de Chiquititas e Cúmplices de um Resgate.



Faltou mais alguma na lista? Qual dessas é a sua favorita? Diz aí nos comentários!

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