Não perca nenhum dos nossos posts

sexta-feira, 26 de junho de 2015

10 personagens que podem tentar salvar Babilônia



Já que a novela anda mal das pernas, reuni alguns personagens que poderiam tentar ajudar!



Carminha (Avenida Brasil)


Diva! A Rainha do Divino! Claro que minha primeira aposta (e súplica) é ter a Carminha de volta. O povo quer é rever a vilã sendo má, se fingindo de boazinha, se dando mal, brigando eternamente com a Rita e enganando todo mundo. Inês (Adriana Esteves), ao sair da cadeia, podia pegar um ônibus, dar um pulo no Divino, parar no bar do Silas (Ailton Graça), tomar uma cervejinha, conhecer o Tufão (Murilo Benício), enganar o idiota, se casar com ele e voltar ainda mais poderosa para destruir a Beatriz. Se a Carminha não voltar, já sabem de quem é a culpa, né?




Raquel (Mulheres de Areia)


Se Inês voltaria a ser Carminha, Beatriz (Glória Pires) teria que estar a altura para enfrentar a Rainha do Divino. Por isso, ela bem que podia descobrir que tem uma irmã gêmea do mal ainda mais maligna que ela: a Raquel. Enquanto Beatriz ia curtir umas férias em Paris, Raquel usurparia seu lugar e ia tocar o terror! Carminha vs Raquel! Isso sim é um duelo de vilãs inesquecível!!!



Bebel (Paraíso Tropical)


Que Regina (Camila Pitanga) é chata pra cacete e uma das mocinhas mais insuportáveis de todos os tempos, disso todo mundo já sabe. Me dá até pena da Camila Pitanga, que é uma ótima atriz e está sendo odiada por 10 entre 10 telespectadores de Babilônia. Só mesmo uma personagem de catiguria como a Bebel faria a atriz voltar a ser amada pelo povão brasileiro. Regina, faz o seguinte: já que a Alice (Sophie Charlotte) não virou prostituta temendo a ira e a rejeição da Tradicional Família Brasileira, pede pro Gilberto Braga transferir a trama dela pra você. Quem sabe fazendo programa no calçadão de Copacabana ela não conhece o Olavo (Wagner Moura)?



Danny Bond (Felizes Para Sempre)


O bumbum de Paola Oliveira quebrou a internet e esse foi o assunto que dominou as redes sociais e até as conversas casuais do dia a dia por várias semanas, ofuscando até a própria minissérie. É disso que Babilônia precisa. Quebrar a internet e ser comentada por todos e em todos os lugares. Mas já que não está conseguindo, quem sabe a própria Danny Bond não seria uma boa ajuda? Já que Regina volta a ser Bebel, Danny bem que podia ser sua colega de ponto no calçadão.



Félix (Amor À Vida)

beijo

Félix (Mateus Solano) era a nossa bixa má favorita. Pena que ficou bonzinho, mas, mesmo assim, todo mundo continuou amando o personagem. Suas tiradas eram incríveis e seu romance com o Carneirinho (Thiago Fragoso) era tão fofo que ofuscou completamente o casal protagonista!




Vinícius (Thiago Fragoso), ouça o que digo: largue a insuportável da Regina e aquela chatonilda 
da Cris (Tainá Muller) também, deixa a sua carreira de advogado pra lá, abra um restaurante 
de comida japonesa, volte a ser gay e volte a ser o Carneirinho do Félix!




Edu (Dupla Identidade)


Murilo (Bruno Gagliasso) tá tão apagado nessa novela que, se eu assumisse Babilônia, faria o ex-cafetão voltar a ser serial-killer e, de quebra, ia matar todos os personagens malas da trama que não são do núcleo principal, tipo o morro da Babilônia inteiro recheado de coadjuvantes e figurantes malas, o núcleo Laerte (Gabriel Braga Nunes) e aquele triângulo amoroso pra lá de divertido SÓ QUE NUNCA!, que o Gilberto Braga acha legal coitado!, Valeska-Clóvis-Norberto.


Bia Falcão (Belíssima)


Impossível se esquecer do famoso bordão de Bia Falcão (Fernanda Montenegro) que virou hit e povoa o imaginário popular até hoje: "Pobreza pega"! Aproveitando que já temos essa grande dama da televisão brasileira na novela, podíamos reviver mais essa frase de efeito e quem sabe até emendar com um "eu sou ryyycaaaaa" da Norma (Carolina Ferraz) de Beleza Pura.


Dona do "Vem cá, te conheço?" (Zorra Total)


Que saudades daquela época em que o Zorra Total era realmente um programa de humor que me fazia sair correndo para assistir nas noites de sábado e não esse lixo que foi se tornando.nos últimos anos... E uma das minhas personagens favoritas era aquela dona do bordão "Vem cá, te conheço?". Maria Clara Gueiros podia voltar a ser a personagem, porque essa Karen da novela das nove, que era pra ser engraçada, é um verdadeiro chute no esôfago de tão chata que é!


Mamuska (Da Cor do Pecado)



Coitada da Rosi Campos. Além de ter que aturar o Laerte (Gabriel Braga Nunes), a Karen e duas criancinhas duzinfernos, ela está tão insignificante na novela das nove que nem ao menos sei o nome da sua personagem! Rosi, larga esse núcleo chato e volta para os seus filhusckos!




Copélia (Toma Lá, Dá Cá)


Consuelo (Arlete Sales) é um dos pouquíssimos pontos positivos dessa novela, mas imaginem que divertido seria se, no final de Babilônia, descobrirmos que a Consuelo é na verdade a Copélia, que leva uma vida dupla? Ia ser MAAAARA! E sabem como ela ajudou o filho dela a se tornar prefeito?




terça-feira, 23 de junho de 2015

Toda novela do João Emanuel Carneiro tem...



Sucesso de crítica, público e audiência


Vingança



Uma vilã loira, diabólica, maravilhosa e inesquecível


Um comparsa que é amante da vilã e ajuda ela nas suas armações


Uma velha burra que passa a trama inteira acreditando cegamente na vilã


Lixão


Vilã forjando sequestro


Uma família bem suburbana (e muito engraçada)



Um gay que vira hétero para a alegria da Tradicional Família Brasileira


Mocinhos bobos, fracos ou chatos


Personagem que a gente pensa que é bonzinho, 
mas depois se revela o grande vilão da trama


Cena macabra de puro terror psicológico


Tramas paralelas bobas, avulsas (e, em alguns casos, mal trabalhadas)


Um milionário poderosíssimo, amargurado, autoritário 
e muito odiado por todos que morre no final


No começo do último capítulo, a vida dos mocinhos 
fica nas mãos da vilã, sob a mira de uma arma


Embate entre duas mulheres (mocinha vs vilã)



domingo, 21 de junho de 2015

Escala de Ódio: as filhas ingratas e mimadas das Helenas nas novelas do Manoel Carlos







Joyce de História de Amor


Joyce (Carla Marins) vivia uma relação conflituosa com a mãe, Helena (Regina Duarte). A jovem fazia um cursinho preparatório para o vestibular no intuito de cursar história, mas era uma estudante muito desinteressada. Joyce também era muito inconstante, não sabia o que queria, berrava com todo mundo e vivia brigando com o namorado, Caio (Ângelo Paes Leme), de quem engravida. Mas é só com a ajuda da mãe que ela leva adiante a gestação pra isso a mãe, serve, né?.


No final da novela, Joyce descobre que a irmã de Helena teve um romance com seu pai, o que resultou em uma gravidez. Só que a mulher morreu em um acidente quando o bebê tinha apenas três meses de vida. Esse bebê era Joyce, que Helena assumiu e cuidou como se fosse sua filha. E o que Joyce faz? Fica transtornada com a descoberta, revolta-se contra Helena, humilha ela e põe a mulher que lhe criou a vida toda pra fora de casa. Quanta ingratidão, viu...



Só no penúltimo capítulo que Joyce perdoa a mãe e as duas fazem as pazes.




Mas nem assim Joyce abaixa a crista. Ao contrário das outras filhas ingratas e mimadas da lista, Joyce se mantém insuportável, chata e arrogante do início ao fim. Aja saco, viu!



Por isso, em uma escala de vinte palmatórias que a Joyce 
merecia ter levado quando criança, quanto odiei:





Maria Eduarda de Por Amor


Maria Eduarda (Gabriela Duarte) era daquelas que queria que o mundo todo cedesse às suas vontades. As únicas pessoas que gostavam dela na novela era sua mãe Helena (Regina Duarte), seu namorado Marcelo (Fábio Assunção) e seu ex-namorado César (Marcelo Serrado), um médico que continua apaixonado por Eduarda apesar dela não querer nada com ele. Branca (a diva soberana Suzana Vieira), a mãe de Marcelo, não curte nada o romance entre ele e a moça e dá a maior força para que a psicótica Laura (Vivianne Pasmanter) reconquiste Marcelo. Apesar de todos os esforços das duas, Maria Eduarda e Marcelo acabam casando mesmo assim. Eduarda engravida na mesma época que Helena e as duas vão pra maternidade juntas. Durante o parto, o útero de Eduarda se rompe e o bebê morre. Helena, desesperada, pede pra que César troque os bebês pra que ela finja que o filho dela morra, enquanto o de Eduarda continuou vivo. César acaba concordando, porque ama Eduarda e porque ela nunca mais ia poder ter filhos. Eles trocam os bebês e a farsa demora um tempo pra ser descoberta. Enquanto isso, a vida da mocinha continua sendo infernizada por Laura, que arma planos mirabolantes para separá-la de Marcelo. A única vez que Eduarda toma alguma atitude é a vez que ela fica tão brava com Laura (que tinha engravidado de gêmeos de Marcelo) que joga ela de cadeira de rodas e tudo dentro da piscina. 



Fora essa vez, Eduarda estava sempre reclamando e com aquela cara de enfezada pra tudo que acontecia próximo a ela. Mais pro fim da novela, ela finalmente descobre a farsa da troca dos bebês ao ler o diário da mãe e, ao invés de entender que o que a mãe fez foi um ato de amor, tem uma briga ridícula com Helena e rompe relações com elaAlém desse monte de problemas, ela também tinha uma relação bem conflituosa com o pai, Orestes (Paulo José), que sofria com o alcoolismo. Eduarda morria de vergonha dele e fazia de tudo pra esconder que ele era seu pai. No fim da novela, ela faz as pazes com Helena e Orestes e termina feliz ao lado de Marcelo. O fato é que Eduarda era tão chata que criaram um site de ódio à personagem intitulado "Eu Odeio a Eduarda". Isso em 1997, uma época em que era difícil encontrar alguém que vivia na internet e nas redes sociais (já que não eram esse fenômeno todo que é hoje em dia). Por isso, em uma escala de vinte Brancas que em nada tem haver com essa matéria, mas por ter sido interpretada pela diva soberana da Suzana Vieira eu vou colocar aqui sim e ai de quem reclamar, quanto odiei:







Camila de Laços de Família


Em um belo dia, Helena (Vera Fisher) estava dirigindo calmamente pelas ruas do Leblon quando bate no carro de Edu (Reynaldo Gianecchini). Ela, que não é boba nem nada, se apaixona pelo bonitão. Por conta da questão da diferença de idade, Alma (Marieta Severo), a tia controladora de Edu, detesta o romance e não vê a hora de separar seu sobrinho querido da senhora com a qual ele está se envolvendo. Pra piorar um pouco a situação, Camila (Carolina Dieckmann), a filha de Helena, volta do Japão e dá de cara com o namorado jovem e bonito da mãe em sua casa. O inevitável acontece: Camila se apaixona por Edu, que acaba se apaixonando por ela também e Helena aceita o romance porque é burra é mãe. Camila e Edu se casam, Helena encontra um novo amor, Miguel (Tony Ramos), mas a felicidade não dura muito. Além de Camila ter que lidar com a meia-irmã da mãe, Íris (Deborah Secco), que passa a morar no Rio depois da morte de sua mãe e faz de sua vida um inferno, cheio de brigas nas quais Íris grita JUUUUUUDAS, pouco tempo depois do casamento, Camila descobre estar com leucemia e tem que começar o tratamento do câncer. Em uma das cenas mais lembradas e marcantes de toda a nossa teledramaturgia, Camila corta o cabelo ao som de Love By Grace da Lara Fabian. Na boa, como não se emocionar assistindo essa cena abaixo, não é mesmo? Já peguei até um lencinho porque não consigo parar de chorar!



No final, após muito sofrimento, tudo fica bem. Precisando urgentemente de um doador de medula, já que Camila e o meio-irmão Fred não são filhos do mesmo pai, querendo salvar a filha da doença, Helena recusa o pedido de casamento de Miguel e faz um filho com Pedro (José Mayer) para salvar Camila. Vitória, a filha de Helena, nasce e consegue curar Camila, que termina feliz com Edu. Helena ainda se acerta com Miguel e os dois se casam. O fato é que Camila só foi salva da rejeição total do público pela história que veio a seguir, na qual era diagnosticada com leucemia. Antes da doença, chegava a dar vontade de dar uma surra nela tamanha a sua prepotência. O pior de tudo é que Camila era sonsa e hipócrita. Se achava a melhor pessoa do mundo e vivia dizendo que Íris não valia nada, mas não mediu esforços para conquistar Edu usando como justificativa que "no amor, vale tudo". Não estamos falando de pegar o boy da amiga na balada, queridinha (o que já é horrível, diga-se de passagem), e sim pegar o boy da própria mãe debaixo do teto dela se insinuando para ele!!! Por isso, em uma escala de vinte meninas lindas com leucemia, quanto odiei:





Luciana de Viver A Vida


Até mesmo a Helena da Taís Araújo (a única das Helenas que não era mãe) teve uma enteada chata pra aturar. Filha mais velha de Marcos (José Mayer) e Teresa (Lília Cabral), muito mimada pelos pais, Luciana (Alinne Moraes) sonhava com o glamour e o sucesso no mundo da moda, mas não tinha o apoio da mãe, que conhecia as desilusões que a profissão podia causar. Quem também não gosta da carreira escolhida por ela é seu namorado, Jorge (Mateus Solano), que faz tudo para que ela desista da ideia. Confiante, Luciana corre atrás de todas as oportunidades para ver sua carreira decolar. Enquanto isso, Helena, uma top model de renome internacional, no auge da carreira, decide largar a profissão para se casar com o sedutor Marcos, empresário do ramo hoteleiro, por quem se apaixona perdidamente. Após se casar com ele, Helena tem de enfrentar o rancor de Teresa (que, embora tenha optado pelo divórcio por estar cansada das traições do marido, ainda o ama) e também a rivalidade de Luciana, que inveja sua posição no mundo da moda. Além disso, Luciana não a aceita como madrasta, principalmente por ciúmes do pai.


A relação de Helena e Luciana é conflituosa. Enquanto a primeira tenta se aproximar da enteada, esforçando-se por ignorar seus comentários agressivos e infantis, Luciana não perde a oportunidade de maltratá-la. É graças a Helena que Luciana é selecionada para fazer seu primeiro trabalho fora do Brasil. Em Jordânia, madrasta e enteada conhecem os aventureiros Bruno (Thiago Lacerda) e Felipe (Rodrigo Hilbert), dois amigos brasileiros que rodam o mundo em busca de novas experiências Traduzindo: são riquinhos, porque se tivessem um tanque cheio de roupa pra lavar ia acabar com a graça dos dois rapidinho. Luciana se encanta por Bruno. Ele se interessa por Helena, mas acaba trocando um beijo com Luciana, que fica encantada. As duas têm uma forte discussão no dia do retorno para o Brasil e Helena fica tão perturbada pelas duras palavras de Luciana que lhe dá um tapa na cara e recusa-se a viajar no mesmo carro que ela, obrigando a filha de Marcos a dividir o ônibus com as outras modelos. Rola um acidente com esse ônibus e, em uma cena emocionante, Luciana descobre que perdeu os movimentos dos braços e das pernas.


A veracidade das cenas foi tão impressionante que sofri junto com ela a cada dificuldade e vibrei a cada conquista. A personagem, que começou a novela mimada e egoísta, sofreu uma mudança radical após a tragédia que a deixou tetraplégica, mostrando que o sofrimento ensina muito e humaniza as pessoas. Luciana recupera os movimentos dos braços, mas termina a novela paraplégica. Ela termina feliz ao lado de Miguel (Mateus Solano) e faz as pazes com Helena, que fica com Bruno porque era o que tinha pra hoje!. Por isso, em uma escala de vinte Taís Araújos chorando por ter sido completamente ofuscada nessa novela pela Alinne Moraes, quanto odiei:






Luiza de Em Família


Helena (Bruna Marquezine) foi criada em Goiás para conquistar a audiência daquele estado brasileiro onde os índices da Globo são vergonhosos e, desde pequena, gostava de andar pelos campos floridos ao lado do primo, Laerte (Guilherme Leicam), um belo jovem com um sério problema de insegurança aliado a um descontrole emocional bem forte. Tão forte que ele foi contra todas as campanhas de saúde e fez um pacto de sangue com a amada. Helena tinha uma necessidade muito grande de se sentir desejada. E por causa desse desejo, flertava com Virgílio (Nando Rodrigues), que nutria uma paixão secreta por ela. O tempo passou, Laerte foi ficando ainda mais psicopata e conseguiu convencer a amada a se casar com ele. Porém, durante a despedida de solteiro, acidentalmente o órgão reprodutor de Laerte foi aparecer dentro do órgão reprodutor de uma prostituta contratada para a festa Olha só como são essas coisas da vida! e Virgílio viu. Resultado: os dois brigaram e Laerte enterrou o amigo vivo. E bora lá casar! Laerte foi preso, o pai de Helena sofre um infarto na igreja e morre e Helena, sentindo-se culpada, aproveitou o vestido de noiva e a vontade de juntar as escovas de dente para se casar com Virgílio. 


Vinte anos depois e muitos pontos de audiência a menos, Helena se transforma na Julia Lemmertz, Virgílio vira o Humberto Martins com uma cicatriz horrorosa em forma de varizes na cara e a filha dos dois foi estudar na Europa. Lá no velho continente, Luiza (Bruna Marquezine) conhece Laerte (Gabriel Braga Nunes) e os dois se apaixonam perdidamente. Não satisfeita em só namorar Laerte, o homem que infernizou a vida de sua mãe no passado e quase matou seu pai, Luiza dá o seu melhor como a garota mimada que é e desafiava a família com suas provocações: "Eu não tenho culpa se você gosta do mesmo homem que eu e se você tem inveja de mim", disse ela para Helena quando mãe e filha se confrontaram por causa do namoro relâmpago de Luiza e Laerte. Nossa, quem precisa de inimiga pra roubar teu boy com uma filha dessas, não é mesmo?


Iludida pelos olhos azuis e a lábia infalível de Laerte, Luiza realmente acreditou que estava vivendo um conto de fadas e fez de tudo para que todos os outros personagens pensassem o mesmo e embarcassem com ela nesse carrossel onde o mundo faz de conta e a terra é quase o céu. Prestes a se casar com o músico, ela obrigou o pai a receber o casal em seu apartamento para que ele pudesse dar a bênção à união. "Ainda tenho esperanças de que ele entre na igreja comigo", dizia ela, simplesmente ignorando o fato de que seu querido noivo enterrou seu pai vivo durante a juventude dos dois!!! Tem como torcer por uma personagem dessas? Absolutamente, não!


Felizmente, Luiza e Laerte não terminam felizes no final porque uma figurante loira mata o flautista com um tiro no dia do casamento na saída da igreja. Sorte da Luiza, porque depois do casamento ela ia ver o que é bom pra tosse. Por isso, em uma escala de vinte flautas MALDITAS, quanto odiei:




E o resultado da nossa Escala de Ódio ficou assim:


5º lugar - Luciana de Viver A Vida
4º lugar - Camila de Laços de Família
3º lugar - Luiza de Em Família
2º lugar - Maria Eduarda de Por Amor
1º lugar - Joyce de História de Amor





Parabéns, Joyce! Você é a mais insuportável de todas! Gostou do resultado?



Poderá gostar também de

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...