Saídos de
Malhação, os autores
Rosane Svartman e Paulo Halm estrearam com pé direito no horário das sete. Eu jurava que a vencedora nesse quesito seria
Eta Mundo Bom, maior sucesso do ano, mas quem se sagrou como a melhor novela de 2016 foi
Totalmente Demais (outro grande sucesso também), com 34% dos votos contra 29% da trama das seis. Pelo visto, o público só quer saber de tramas simples recheada de bons melodramas e bastante humor. Tempos difíceis para as novelas das nove, viu...
Velho Chico, por exemplo, só recebeu 13%. As outras finalistas foram
Liberdade Liberdade (19%) e
Escrava Mãe (6%).
Depois de uma trinca perfeita no horário das seis (
Sete Vidas,
Além do Tempo e
Eta Mundo Bom), eis que chegou
Sol Nascente para colocar tudo a perder. Completamente insossa, a trama que serviu como um ótimo antídoto para os telespectadores que sofrem de insônia foi eleita a pior novela do ano, com 44% dos votos, contra 37% de
Os Dez Mandamentos - Nova Temporada e 18% da
Malhação - Seu Lugar no Mundo.
Sem surpresas, né, gente? Não adianta, o ano foi de
Justiça (67%), o maior destaque entre as produções seriadas nacionais. Com sua trama inovadora e original, foi eleita, merecidamente, pelos leitores a melhor série de 2016, contra
Ligações Perigosas (14%),
Conselho Tutelar (7%),
Mister Brau (7%) e
Supermax (5%).
Poucas vezes se viu um ator honrar o protagonismo de uma novela com tanto brilhantismo como
Sérgio Guizé em
Eta Mundo Bom com seu adorável Candinho. O público reconheceu o seu talento e, numa disputa até que acirrada com
Domingos Montagner (34%) e
Mateus Solano (21%), elegeram Guizé o melhor ator de novela do ano com 40% dos votos.
Antonio Fagundes (3%) e
Marcelo Serrado (2%) também concorriam.
Fico feliz que a opinião dos leitores tenha batido com a minha. Eleita por esse redator que vos fala a pior atriz do ano na minha
retrospectiva das melhores e piores atuações femininas,
Débora Nascimento também ganhou o título de pior atriz na votação popular (com 40% dos votos) por sua catastrófica atuação em
Eta Mundo Bom como a insuportável Filomena.
Giovanna Grigio (21%),
Luiza Brunet (20%),
Priscila Steinman (13%) e
Guilhermina Guinle (6%) também concorriam (e foram tão ruins quanto a vencedora).
Você se lembra qual era o nome do personagem do
Conrado Caputo em
Haja Coração? Qual a trama dele dentro da história? Duas perguntas, uma resposta: NÃO! A disputa nessa categoria foi bastante acirrada entre Conrado e
Lavínia Vlasak (que também esteve em um papel bem aquém do seu talento em
Totalmente Demais), mas por uma diferença de 1% quem levou a melhor foi o intérprete do maravilhoso Pepito de
Alto Astral, com 29%. Conrado foi do céu ao inferno de uma novela para outra, né?
Adriana Birolli (19%),
Maria Zilda Bethlem (13%) e
David Lucas (11%) também concorriam ao título de figurante de luxo do ano.
Outra categoria acirradíssima. A todo momento,
Marco Nanini e
Marcos Rica (que tiveram desempenhos impecáveis em, respectivamente,
Eta Mundo Bom e
Liberdade Liberdade) ultrapassavam um ao outro e assumiam a liderança. Mas, no final, por uma diferença de 2%, quem foi eleito o melhor ator coadjuvante de 2016 foi o intérprete do multifacetado Pancrácio (que ainda teve um irmão gêmeo e vários disfarces), com 38%. Na sequência, vieram
Caio Blat (15%),
Irandhir Santos (7%) e
Ricardo Pereira (4%).
Com uma vitória pra lá de expressiva (62%),
Lucy Alves foi eleita a atriz revelação do ano. Cá entre nós, esse resultado também foi fácil de prever, né? Lucy não foi só a atriz revelação do ano, como uma das maiores (senão, a maior) revelações da TV nos últimos anos. Sua interpretação visceral em
Velho Chico como a Luzia deu um banho em muita atriz veterana por aí.
Amanda de Godoi (13%),
Bárbara França (11%),
Zezita Matos (6%),
Giullia Buscacio (5%) e
Mariene de Castro (3%) também concorriam, mas não levaram.
Shirley e Felipe (Sabrina Petraglia e Marcos Pitombo) foram o maior sucesso de
Haja Coração, viraram o casal mais adorado e shippado da TV nas redes sociais em 2016 e, com 42% dos votos, foram eleitos o melhor par romântico do ano. Ainda assim, isso, no entanto, não foi suficiente para que a Globo renovasse o contrato com os dois atores. Vai entender... Os casais
Stelinha e Maurice (Glória Menezes e Reginaldo Faria) e
Beto e Tancinha (João Baldasserine e Mariana Ximenes) ficaram com 18% cada um;
Eliza e Jonatas (Marina Ruy Barbosa e Felipe Simas), 13%; e
Eliza e Arthur (Marina Ruy Barbosa e Fábio Assunção), 9%.
Completamente ignorado no
Melhores do Ano da Globo, os leitores do
Eu Critico Tu Criticas fizeram justiça a
Lee Taylor e o elegeram o ator revelação do ano, com 38% dos votos, pela sua atuação irretocável em
Velho Chico, onde brilhou de igual para igual com atores consagrados como Antonio Fagundes, Selma Egrei, Christiane Torloni, Marcelo Serrado e Camila Pitanga, como o destemido Martim. Disputavam nessa categoria:
Pablo Sanábio (33%),
Lucas Veloso (15%),
Pedro Carvalho (11%) e
Batoré (4%).
Enrique Diaz (22%),
Selton Mello (19%),
Lázaro Ramos (12%) e
Antonio Calloni (7%) bem que tentaram, mas
Jesuíta Barbosa foi eleito pelos leitores o melhor ator de série, minissérie ou seriado, com 40% dos votos. Em
Justiça, ele deu vida ao possessivo Vicente e, de fato, deu um show de interpretação.
Mais uma vez, a minha vontade bateu com a do público. Eleita a melhor atriz do ano na minha
retrospectiva das melhores e piores atuações femininas, os leitores também deram a
Selma Egrei (36%) o prêmio de melhor atriz de 2016. Mais do que justo... Justíssimo! Sua atuação como a centenária e rabugenta Encarnação em
Velho Chico foi digna de Oscar! Mas as outras atrizes que disputavam também não ficaram por menos:
Andreia Horta (24%),
Flávia Alessandra (16%),
Thaís Fersoza (15%) e
Camila Pitanga (10%).
O pessoal dos grupos de discussão e o autor Daniel Ortiz podem até terem amado o casal, mas o povão da internet odiou
Apolo e Tancinha (Malvino Salvador e Mariana Ximenes) e o elegeu o pior par romântico do ano, com 43%.
Alice e Mário (Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso),
Filomena e Candinho (Débora Nascimento e Sérgio Guizé),
Maristela e Montanha (Alice Fanju e Toni Garrido) e
Leila e Rafael (Carla Salle e Daniel Rocha) também tiveram zero química e levaram, respectivamente, 30%, 10%, 9% e 8% dos votos.
A disputa para ser eleita a melhor atriz coadjuvante do ano teve bastante candidatas:
Elizabeth Savalla (21%),
Fernanda Vasconcellos (15%),
Grace Gianoukas (10%),
Míriam Freeland (9%),
Rosi Campos (8%),
Jussara Freira (3%),
Juliana Silveira (3%),
Chandelly Braz (2%),
Lidi Lisboa (2%)... Mas quem levou a melhor foi
Nathália Dill (28%) pela adoravelmente louca Branca em
Liberdade Liberdade.
Carol Castro foi eleita (com 34% dos votos) a melhor participação especial feminina nas novelas em 2016 por sua atuação nas primeiras fases de
Velho Chico, onde viveu (e deixou saudades como) Iolanda; contra 28% da
Cristina Pereira, 18% da
Fabiula Nascimento, 10% da
Júlia Dallavia e 9% da
Cyria Coentro.
Rodrigo Santoro fez muito bem seu trabalho de nos mostrar todo o conflito interno do personagem nas primeiras fases de
Velho Chico, com um Coronel Afrânio complicado, dúbio, meio soturno e atormentado, sendo eleito com 51% dos votos dos leitores a melhor participação especial masculina nas novelas em 2016; contra 16% do
Chico Diaz, 14% do
Renato Góes, 12% do
Rodrigo Lombardi e 8% do
Júlio Machado.
Confesso que criei essa categoria somente para poder premiar a
Ana Paula, pois tinha certeza absoluta que ela ia levar. E levou! Por sua participação colossal no BBB16, Ana, a louca, aquela que desceu para essa terra para ser protagonista de tudo que se propõe a fazer e foi o maior destaque do reality como a tempos não se via, foi eleita a melhor participante de reality show do ano com 69% dos votos. Olha elaaaaa!
Gretchen (18%),
Laura Keller (9%) e
Carlos (4%), os três do
Power Couple Brasil, ficaram comendo poeira.
Quem não chorou e se encantou por aquelas fofuras que passaram pelo
The Voice Kids que atire a primeira pedra. Com tanto talento junto, ficou difícil eleger o mais fofo. E em meio a ótimos programas como
MasterChef (14%),
Amor & Sexo (14%),
Nova Escolinha (13%),
Tamanho Família (12%),
Tá no Ar (12%),
The Noite (7%),
Power Couple Brasil (5%),
Zorra (3%) e
Programa do Porchat (3%),
The Voice Kids (17%) foi eleito o melhor programa de TV em 2016, numa disputa apertadíssima (vide a qualidade dos demais).
A proposta estética de
Liberdade Liberdade, ao mostrar um Brasil imperial realista e sem glamour, combinou perfeitamente com a novela, que mostrou a realidade nua e crua, com cenas pra lá de chocantes e nada sutis. Por causa disso, os leitores deram à trama o título de melhor figurino e maquiagem do ano, com 32%; contra 23% de
Ligações Perigosas, 20% de
Velho Chico, 17% de
Eta Mundo Bom e 8% de
Supermax.
Larissa Manoela liderava, nas primeiras semanas, isoladamente na enquete como a melhor atriz infanto-juvenil do ano, mas numa virada digna da nossa atual crise política,
Giovanna Rispoli (a ótima Jojô de
Totalmente Demais) assumiu a liderança e venceu por 26% contra 20% da eterna Maria Joaquina.
Gabriel Palhares (16%),
Tobias Carriere (15%),
JP Rufino (15%) e
Xande Valois (7%) também estavam na disputa.
Toda vez que tocava
Hallelujah, na voz do Rufus Wainwright, em
Justiça, a gente era destruído psicologicamente pela série. É uma canção que possui uma carga dramática muito intensa, o que combinou perfeitamente com todos os momentos tristes e emocionantes de
Justiça. Foi eleita a melhor música-tema do ano com 51%, contra 17% de
O Sanfoneiro só Tocava Isso (da banda Suricato; tema de abertura de
Eta Mundo Bom), 12% de
Mortal Loucura (na voz de Maria Bethânia; do casal Tereza e Santo em
Velho Chico) e de
Pedaço de Mim (tema de Elisa em
Justiça; na voz de Chico Buarque e Zizi Possi) e 8% de
Como Vai Voce? (cantada por Bruno & Marrone como tema do casal Juliana e Miguel em
Escrava Mãe).
Tivemos tanta porcaria esse ano que, por uma diferença de apenas 1%,
Fofocando (programa de fofocas do SBT que causa indigestão pelos comentários da Mara Maravilha e pelo formato engessado e que já mudou de horário trocentas vezes pela baixa audiência) ganhou como o pior programa de TV do ano. E olha que os outros indicados foram páreo duro:
João Kleber Show (18%),
Adnight (17%),
Panico na Band (12%),
X-Factor Brasil (9%),
Sensacional (8%),
Gugu (7%),
Encrenca (4%),
Superpop (3%) e
Sabadão (2%).
A Lei do Amor só está no ar há quase três meses, mas foi o suficiente para que
Letícia (Isabella Santonni) ganhasse o ódio mortal dos telespectadores e já entrasse para a lista das filhas mais chatas da história da teledramaturgia nacional. Mimada e imatura, a personagem parece ser um misto de outras filhas pentelhas das Helenas do Manoel Carlos, como a Camila de
Laços de Família. O
Apolo de
Haja Coração (21%), a
Filó de
Eta Mundo Bom (10%), o
Mário de
Sol Nascente (9%) e a
Joana da
Malhação - Seu Lugar no Mundo (7%) bem que irritaram também, mas não teve pra ninguém: com 52%, Letícia foi a chatonilda do ano!
Em
Liberdade Liberdade, Mateus Solano foi para um caminho totalmente diferente da bicha má do Félix, de
Amor à Vida. Na pele do poderoso e cruel intendente de Vila Rica,
Rubião, ele exalou uma maldade sem nenhum arrependimento e foi eleito o maior vilão do ano, com 33% dos votos. A
Maria Isabel de
Escrava Mãe, a
Bruna de
Haja Coração, a
Sandra de
Eta Mundo Bom, a
Branca de
Liberdade Liberdade e a
Bárbara da
Malhação - Pro Dia Nascer Feliz receberam, respectivamente, 17%, 17%, 15%, 11% e 8% cada.
Chefe é chefe, né pai? Por mais que
Márcio Garcia (35%) tenha se destacado no
Tamanho Família, ainda tá pra nascer alguém que vai conseguir desbancar a lenda, o mito, o rei
Silvio Santos (37%), o melhor apresentador de TV não só do ano, mas da história da TV brasileira. Aliás, a partir do ano que vem, Silvio não vai mais concorrer e a categoria levará o nome dele. Silvio é
hors concours, está acima de todos os outros.
Danilo Gentilli (11%),
Fábio Porchat (9%) e
Rodrigo Faro (8%) também disputavam.
Contratada para substituir (a maravilhosa) Monica Iozzi,
Maíra Charken foi um desastre no
Vídeo Show. Rejeitada pela total falta de carisma e por tentar ficar imitando (sem sucesso) a Monica, foi eleita, com 28%, a pior apresentadora de TV do ano. E olha que apresentadora ruim não faltou:
Daniela Albuquerque (23%),
Silvia Abravanel (20%),
Ana Furtado (18%),
Luciana Gimenez (6%),
Fernanda Paes Leme (5%)...
Quando Ana Paula chamou as atenções para o comportamento assediador de
Laércio dentro do
BBB16, muita gente chamou ela de louca. Eis que, meses após o fim do reality, Laércio foi preso por estupro de vulnerável e tráfico de drogas (relembre o caso
AQUI). Será que Daniel, Adélia e toda a "turminha do bem" já foi na cadeia visitar e meditar com o amigo "tarado do bem"? O fato é que Ana sempre esteve certa e os leitores deram a Laércio (que teve uma participação bem desagradável na casa, diga-se de passagem) o prêmio de pior participante de reality show, com 44%. Do
BBB16, também concorriam
Cacau (19%) e
Mateus (9%); do
Power Couple Brasil,
Simony (16%); e do
MasterChef Profissionais,
João (12%).
Dudu Camargo no comando do jornalístico
Primeiro Impacto (22%),
João Kleber fazendo performance da Beyoncé no
João Kleber Show (15%),
Daniela Mercury como jurada do
Superstar (13%) e
Sonia Abrão assustada abandonando o
A Tarde É Sua ao vivo (13%) causaram muita vergonha alheia, mas, sem dúvidas, o mico do ano na TV foi a
Glória Pires comentando o Oscar 2016 na transmissão da Globo (37%). Tal como a sua Beatriz em
Babilônia, Glória não estava nem um pouco disposta na cerimônia, com comentários do tipo
"Gostei",
"Não gostei",
"Bacana",
"Médio",
"Não sei",
"Não assisti" e
"Não sou capaz de opinar".
Marcelo Adnet (21%) foi ruim no comando do
Adnight? Sim, foi.
Geraldo Luís (30%), sensacionalista de carteira, é chato no
Domingo Show? Sim, é. Mas ninguém consegue superar o
João Kleber (49%) em grau de ruindade, sensacionalismo e chatice. Imbatível! E bicampeão nessa categoria aqui no prêmio!
Dona da risada mais engraçada e esquisita da TV brasileira,
Eliana (34%) foi eleita a melhor apresentadora de TV do ano, desbancando
Fátima Bernardes (30%),
Fernanda Lima (23%) e
Mariana Godoy (13%).
Gugu já provou que é capaz de tudo, ABSOLUTAMENTE TUDO, por audiência. Lembram da farsa do PCC (quando ainda estava no Domingo Legal, no SBT) e das entrevistas com assassinos condenados (Suzana Von Richthofen e goleiro Bruno) como se fossem celebridades? Esse ano, ele achou super de boa abrir o túmulo da Dercy Gonçalves para saber se ela foi sepultada em pé ou deitada. O mau gosto do ano, eleito com 36%; contra 23% das declarações preconceituosas e ofensivas de Mara Maravilha no Fofocando, 18% da declaração homofóbica de Patrícia Abravanel durante o Jogo dos Pontinhos no Programa Silvio Santos, 13% da "pegadinha" sobre simulação de suicídio no Pânico na Band e 11% das grosserias de William Waack com Anitta e Cristiane Dias durante cobertura das Olimpíadas no Jornal da Globo.

O cuidado e o esmero da novela do ano passado contrastaram com o ar amador desta continuidade. Os Dez Mandamentos colocou atores e atrizes envelhecidos artificialmente. Até tentaram apostar na interpretação, mas as barbas e cabelos postiços a base de talco criaram um ruído perturbador no vídeo. A maquiagem de envelhecimento virou piada nas redes sociais e foi eleita pelos leitores a vergonha alheia do ano na dramaturgia, com 28%. O japonês de araque (Luís Melo) em Sol Nascente, aquele chorme key furreca de Eliza e Jonatas em Paris no final de Totalmente Demais, Gerusa e Osório dançando valsa no céu em Eta Mundo Bom, a discrepância do elenco entre as trocas de fases em A Lei do Amor e as dancinhas dos frentistas do posto de gasolina de Salete receberam, respectivamente, 24%, 18%, 13%, 11% e 6%.

E finalmente chegamos a última categoria. Confesso que eu fiquei dividido nessa categoria. Também, pudera, foram oito grandes sequências que impactaram o público e entraram para a história. Mas quem levou a melhor foi
o casamento de Tereza e Santo no último capítulo de Velho Chico, com 24%. Claro que todo o tom emotivo da cena ficou ainda mais intenso com a trágica morte do ator Domingos Montagner, afogado no rio que dá nome à novela, mas foi de uma rara beleza na televisão brasileira, seja pelo texto inspirado, as ótimas atuações e pela direção impecável, com uma câmera subjetiva para substituir o Domingos e até uma chuva poética dentro da igreja. De
Velho Chico, também concorriam a
despedida de Afrânio e o filho Martim (8%), a cena em que
Encarnação se joga no rio São Francisco para morrer (10%) e o
duelo interno entre Afrânio e Saruê (5%); de
Justiça, o
assassinato de Isabela por Vicente na frente de Elisa após traição (17%) e o
reencontro de Fátima com o filho Jesus (16%); de
A Regra do Jogo,
a morte de Romero no último capítulo (10%); e de
Liberdade Liberdade,
a morte de André na forca (11%).