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sábado, 4 de junho de 2016

Os melhores shippers das novelas que não terminaram juntos (na MINHA opinião)



Sabe aquele casal de novela que a gente shippa com paixão e, no final, eles não terminam juntos? É, meus queridos, eu já sofri muito com isso. Por isso, listo aqui os meus casais favoritos da teledramaturgia que não tiveram um final feliz. Que fique bem claro: é a MINHA opinião. Quem gostou, gostou; quem não gostou, vai ter que segurar a marimba. Confira:

Julipe (Sete Vidas)



E não é que a Júlia preferiu o indeciso, chato, insuportável, vacilão, egoísta, turrão e bobo do Pedro ao argentino pintoso e gente boa do Felipe?! NÃO FOI A GENTE QUE PEDIU!!!

Dunat (Malhação Sonhos)



O casal Duanca pode ter sido o protagonista, mas foi Dunat quem roubou a cena. Fim.

Arliza (Totalmente Demais)



Não satisfeitos em terem destruídos Dunat, Rosane Svartman e Paulo Halm foram lá e destruíram Arliza também. Euzinho fiz uma matéria todinha dando 5 motivos que a Eliza deveria ter terminado com o Arthur e não com o carrapato do Jonatas. É só clicar BEM AQUI.

Heledu (Laços de Família)



Não foi a toa que o público odiou a Camila. Todo mundo gostava da Helena com o Edu. Ela não tinha nada que se meter ali no meio roubando o boy da mãe. Como diria Íris, JUUUUUUUDAS!!!

Fredel (Mulheres Apaixonadas)



Tinha um marido que a batia com raquetes de tênis, se apaixonou por um aluno que é bem mais novo que ela, os pais do garoto são contra e, no final, o marido dela se mata com o garoto. Meu Deus, a vida da Raquel era um verdadeiro dramalhão mexicano, coitada... Nessa época, nem existia o termo shippar, mas eu já shippava mesmo assim a Raquel com o Fred.

Crozar (Fina Estampa)



Como eu queria que o Baltazar se revelasse gay e terminasse com o Crô. Adorava!

Penhotto (Cheias de Charme)



Não me conformo e não engulo até hoje a Penha ter dispensado um homem bacana e maravilhoso como o Otto pra ficar com o ex-marido Sandro, que sempre enrolou ela a vida inteira.

Ursulano (Cordel Encantado)



Ainda bem que, em Sete Vidas, Domingos Montagner e Débora Bloch puderam repetir essa química arrebatadora que foi o cangaceiro Herculano com a vilã Úrsula.

Olavel (Paraíso Tropical)



Esse foi outro casal de vilões que não valia nada, mas a gente gostava do mesmo jeito porque tinha muita catiguria e muito tesão. E põe tesão nisso. Muito mexxxxxxxxxxmo.

Anigo (A Vida da Gente)



Sempre achei que o Rodrigo ficou com a Manu mais por gratidão e pena do que por amor.

Vanderlina (A Favorita)



Catarina era uma das personagens mais legais de A Favorita. Só dela ter se livrado do ogro do Léo, já foi de bom tamanho. Mas meu coração sempre foi do Vanderlei. Aquela Estela nunca me desceu.

Malfred (Império)



E mais uma vez, Lília Cabral e Alexandre Nero transbordam química em cena. E mais uma vez, seus personagens não terminam juntos. Na próxima, já pode pedir música no Fantástico!

Concorda com a minha lista? Fique a vontade para discordar ou até selecionar outros casais de novelas que você amou e que não terminou junto.





Visite a nossa fan page para assistir A Favorita, que está sendo exibida de segunda à sábado, sempre ao meio dia. Clique na foto para ver os capítulos:


terça-feira, 8 de março de 2016

As 10 novelas mais femininas da teledramaturgia



Dia 8 de março: Dia Internacional da Mulher. Para celebrar esta data tão especial, que tal relembrarmos as novelas da nossa dramaturgia que mais ressaltaram a força feminina? Confira 10 novelas que contaram histórias de personagens femininas marcantes. As histórias independem do gênero, mas elas foram a peça fundamental de tudo e as protagonistas absolutas da trama.

10º lugar: Dona Beija (Manchete, 1986), de Wilson Aguiar Filho



A trajetória corajosa de Ana Jacinta de São José, a Dona Beija (Maitê Proença), na cidade mineira de São Domingos do Araxá, no século XIX. Dona Beija, por sua personalidade controversa e destemida, encarna a essência das mulheres que ultrapassam os limites impostos socialmente, desafiando os costumes e a moral, e chamando a atenção para si, despertando interesse, curiosidades, paixão e ódio.

09º lugar: Locomotivas (Globo, 1977), de Cassiano Gabus Mendes



O ano era 1977 e coincidiu exatamente com a aprovação da lei do divórcio no congresso nacional. O que de certo modo deu total liberdade às mulheres que não precisavam viver em um casamento infeliz e se resolvessem viver a vida ao lado de outro homem tinham todos os direitos preservados. Locomotivas tinha essa liberdade feminina como mote principal e trazia Eva Todor, Aracy Balabanian e Lucélia Santos no papel dessas mulheres, que vinha com tudo, vinham como uma locomotiva derrubando tudo que pudesse impedi-las de crescer. Kiki Blanche (Eva Todor), uma antiga vedete do teatro rebolado, vivia às voltas com seu salão de beleza e os quatro filhos, dos quais, apenas a mais velha, Milena(Aracy Balabanian), era a legítima. Mas Fernanda (Lucélia Santos), uma das filhas adotivas de Kiki, desconhecia que era na realidade filha de Milena e não irmã. Um atrito inevitável aconteceu quando Milena e Fernanda se apaixonaram pelo mesmo homem e passaram a disputá-lo. A palavra "locomotiva" era uma gíria dos anos 70 que significava mulher sensual e poderosa.

08º lugar: Xica da Silva (Manchete, 1996), de Walcyr Carrasco



A história da escrava que virou rainha em pleno século XVIII. Bela, atrevida e muito esperta, a escrava Xica (Taís Araújo) conquistou o coração de seu senhor, tomando-lhe da vilã Violante (Drica Moraes). O contratador João Fernandes (Victor Wagner) assume em público a sua relação com Xica, dando-lhe todos os luxos e satisfazendo-lhe todos os caprichos. Isso provoca a ira de Violante, inconformada por ter sido preterida por uma escrava, que faz de tudo para destruir a responsável pela sua infelicidade.

07º lugar: Éramos Seis (SBT, 1994), de Rúbens Ewald Filho e Silvio de Abreu



Baseada no romance de Maria José Dupret, a trama narra a triste história de Dona Lola (Irene Ravache), uma mulher batalhadora que lutou a vida toda para harmonizar seu lar (marido e quatro filhos), mas que, ao final da vida, termina sozinha, já que o marido e o filho mais velho morreram e os outros filhos a abandonam num asilo. A versão do SBT é a melhor novela da história da emissora.

06º lugar: A Favorita (Globo, 2008), de João Emanuel Carneiro



Duas grandes amigas que viraram rivais. Flora (Patrícia Pillar) cumpriu pena por ter matado Marcelo, o amante, deixando a filha dos dois, Lara, para ser criada por Donatela (Cláudia Raia), esposa de Marcelo. Quando sai da cadeia, Flora luta para provar a todos que foi presa injustamente e que a assassina de Marcelo é na verdade Donatela. Ela quer convencer a filha Lara (Mariana Ximenes) de que é inocente. Lara foi criada por Donatela e se vê em meio a um fogo cruzado quando suas mães se acusam mutuamente. A garota se torna o alvo de disputa entre as duas mulheres que, um dia, foram amigas. Donatela teme que Flora se aproxime de Lara, a quem diz amar como se fosse sua própria filha. Enquanto o objetivo de Flora é se reaproximar de Lara, Donatela faz de tudo para impedir que isso aconteça. Mas, quem está dizendo a verdade, afinal (spoiler: Flora era a assassina)?

05º lugar: Essas Mulheres (Record, 2005), de Marcílio Moraes



Novela baseada em três romances clássicos de José de Alencar: Senhora, Lucíola e Diva, dos quais saíram as três mulheres protagonistas. Aurélia, Maria da Glória e Mila são três amigas separadas pelo destino. Aurélia (Christine Fernandes) herda uma fortuna, tonando-se a mais cobiçada jovem da corte, tendo dinheiro inclusive para comprar o antigo noivo que a abandonou quando ela era pobre. Maria da Glória (Carla Regina) é uma jovem que é obrigada a renunciar a sua pureza, tornando-se uma prostituta de luxo. E Mila (Myrian Freeland) é uma pintora de ideias avançadas numa época em que apenas os homens expunham suas obras. Vai usar o pseudônimo de Paulo Almeida e escandalizar a sociedade. Adoecida, Mila vive uma tumultuada e conflituosa paixão com um médico negro.

04º lugar: Elas por Elas (Globo, 1982), de Cassiano Gabus Mendes



Sete amigas de colégio se reencontram depois de vinte anos separadas. A reaproximação reacenderá antigas desavenças: Adriana (Ester Góes) reencontra o namorado da juventude que a trocou pela amiga Helena (Aracy Balabanian).Natália (Joana Fomm) investiga a morte do irmão, pois desconfia que uma de suas amigas foi a responsável. Wanda (Sandra Bréa) descobre que Márcia (Eva Wilma) é a esposa de seu amante. As demais amigas são Carmem (Maria Helena Dias) e Marlene (Mila Moreira). Entre elas, as confusões do atrapalhado e inesquecível detetive Mário Fofoca (Luiz Gustavo).

03º lugar: Senhora do Destino (Globo, 2004), de Aguinaldo Silva



Maria do Carmo teve sua filha Lindalva roubada quando ela era bebê. A mulher que levou a criança é Nazaré Tedesco, que a criou como se fosse sua filha, dando-lhe inclusive um novo nome: Isabel. A novela começa com a luta de Maria do Carmo (Susana Vieira), mais de vinte anos depois, para reencontrar a filha. Isabel (Carolina Dieckamnn) nem desconfia que Nazaré (Renata Sorrah), nossa inesquecível Raposa Loira e Felpuda, não é sua mãe verdadeira. Nem que ela é uma mulher louca, capaz das piores atrocidades. Até que o destino une novamente Maria do Carmo e Isabel.

02º lugar: Mulheres Apaixonadas (Globo, 2003), de Manoel Carlos



Como o próprio título sugere, a novela aborda a paixão feminina nos mais variados níveis. Helena (Christiane Torloni) é uma mulher entediada com o casamento com Téo (Tony Ramos), mas que sente reacender a paixão por um antigo amor, o médico César (José Mayer). Mas César já é disputado por duas outras mulheres, companheiras de profissão: a instável Drª Laura (Carolina Kasting) e a jovem médica Luciana (Camila Pitanga), filha de Téo. Lorena (Susana Vieira), irmã de Téo, é uma mulher madura que só se sente atraída por rapazes bem mais jovens (tal como a atriz que lhe interpreta). Heloísa(Giulia Gam), irmã de Helena, desenvolve um ciúme doentio pelo marido Sérgio (Marcelo Antony). E Raquel (Helena Ranaldi), uma professora de educação física, desperta o amor adolescente de um aluno. Só que essa relação é ameaçada quando entra em cena o antigo namorado dela, o violento Marcos (Dan Stulbach), que tem paixão por Raquel e por raquetes de tênis.

01º lugar: A Vida da Gente (Globo, 2011-2012), de Lícia Manzo



A mais feminina de todas as novelas de nossa teledramaturgia, com tramas abordadas sob a ótica feminina, com mulheres fortes se impondo aos personagens masculinos. Ana (Fernanda Vasconcellos) entra em coma após um acidente. Seu amado Rodrigo (Rafael Cardoso) e sua irmã Manuela (Marjorie Estiano) criam a filha pequena, Júlia, e uma aproximação é inevitável, haja vista que Manuela já era apaixonada pelo namorado da irmã. Ao despertar do coma, Ana depare-se com a filha crescida, que praticamente não a conhece, e a irmã casada com o namorado. E tem que adaptar-se a essa nova realidade. É quando Rodrigo e Ana reaproximam-se, o que faz com que Manu rompa com a irmã.


Qual a sua favorita? Se lembra de mais alguma

novela que ressaltou a força feminina? Feliz Dia da Mulher!


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

AUDIÊNCIA VS QUALIDADE


Se para as emissoras de TV a função de uma novela é dar lucro (ou seja, audiência), para o público ela, unicamente, serve como uma forma de entretenimento. Mas tem vezes que o público tá mais preocupado com a audiência do que as próprias emissoras. Possivelmente, você já deve ter visto nas redes sociais alguém enaltecendo e defendendo com unhas e dentes uma novela só porque ela é um sucesso ou detonando outra só porque ela é um fracasso. Muitas pessoas ainda usam os números de audiência para afirmar se tal novela é boa ou não, como se audiência significasse qualidade. Nem todo sucesso tem que ser, necessariamente, um primor, assim como nem todo fracasso é uma novela horrorosa. Claro que tem novelas de sucesso que foram maravilhosas (Vale Tudo, Tieta, A Gata Comeu, Mulheres de Areia, Avenida Brasil...) e fracassos de gostos duvidosos que mereceram sua baixa audiência (Babilônia, Negócio da China, Tempos Modernos...), mas audiência e qualidade nem sempre andam juntas. Não acredita? Então vamos provar!




        FRACASSOS DE AUDIÊNCIA QUE FORAM NOVELAS MARAVILHOSAS        



Meu Pedacinho de Chão
(meta 25 pontos; média 18)

Uma trama leve e divertida, aliada a uma direção de arte impecável, com uma estética totalmente diferente de tudo que já se viu em toda a teledramaturgia, com ares lúdicos de contos de fadas.


Pecado Mortal
(meta 10 pontos; média 6)

Com uma história concisa, enxuta, diálogos rápidos, cenas impactantes, reviravoltas incríveis e anti-heróis carismáticos, é uma das melhores novelas já produzidas pela Record. Destaque para Jussara Freire, que brilhou como a vilã Donana.

A Vida da Gente
(meta 25 pontos; média 22)

Com sua capacidade única de focar mais nas relações humanas do que na ação, Lícia Manzo criou uma trama realista e sensível sem cair no tédio ou no marasmo. Não chegou a ser um fracasso, mas teve uma audiência aquém do esperado.




Amor E Revolução
(meta 8 pontos; média 5)

Se hoje o SBT só produz remakes de novelas infantis, saibam que a emissora de Silvio Santos já investiu em grandes produções. É o caso de 'Amor E Revolução', que retratou de forma primorosa uma fase nebulosa do Brasil: a ditadura militar (1964/85).


Lado A Lado
(meta 25 pontos; média 18)

Poucas vezes um período histórico foi tão bem retratado na nossa teledramaturgia. Uma belíssima reconstituição de época, quase beirando a perfeição, que ganhou até o Emmy Internacional de Melhor Telenovela em 2013, desbancando, inclusive, o fenômeno 'Avenida Brasil'.



                 SUCESSOS DE AUDIÊNCIA QUE FORAM NOVELAS RUINS                 



Trilogia 'Os Mutantes'
(meta 13 pontos; média 15)

Uma trama completamente over e maluca com cenários pobres, péssimas atuações e efeitos especiais pra lá de toscos. Pura vergonha alheia! Entretanto, é um dos maiores sucessos da Record e chegou até a incomodar 'A Favorita', a novela das nove da Globo na época, na audiência. 



Kubanacan
(meta 35 pontos; média 35)

Um samba do crioulo doido. Assim podemos defini-la. A história era pra lá de bizarra: um pescador parrudo que tinha amnésia porque ele veio do futuro (?) através de uma máquina do tempo (??) para impedir uma tragédia. Detalhe: a gente só veio saber disso tudo no último capítulo!

América
(meta 45 pontos; média 49)

É a segunda maior audiência do horário das nove dos anos 2000, perdendo só para 'Senhora do Destino'. Entretanto, passou longe de ser considerada uma grande novela. Na época, a novela foi massacrada pela crítica, que diariamente apontava erros e incoerências no roteiro.
Caminho das Índias
(meta 40 pontos, média 39)

Tudo o que vimos na Marrocos de 'O Clone', Glória Perez fez um CTRL+C CTRL+V na Índia de 'Caminho das Índias', com dancinhas constrangedoras a todo momento e expressões indianas fora de hora que já não encantavam mais e despertavam a atenção quanto antes.

Fina Estampa
(meta 40 pontos; média 39)

Engana-se quem pensa que 'Avenida Brasil' é a novela de maior audiência da década 2010. De fato, ela foi um fenômeno e a mais repercutida dos últimos tempos, mas, por uma diferença de quase 30 décimos (39.03 vs 38.71), quem leva o título é 'Fina Estampa'. Entretanto, a novela de Aguinaldo Silva é uma das piores de todos os tempos! 'Fina Estampa' era para girar em torno da discussão entre imagem e caráter, entre o parecer e o ser, mas isso desapareceu logo nos primeiros meses. Aguinaldo Silva, pra variar, se perdeu totalmente em seu mote inicial, deixando o desenvolvimento da novela de lado e priorizando situações ridículas que mais pareciam ter saído de um quadro do 'Zorra Total'. Seu desfecho, então, foi um dos piores e mais incoerentes de toda a história da teledramaturgia mundial!



Tem alguma novela que você amou, mas que foi um fracasso? Tem alguma novela que você detestou, mas que foi um sucesso? Diz aí nos comentários!

domingo, 2 de agosto de 2015

Os 10 melhores teasers de novelas


10º lugar: A Vida da Gente


É sempre bom quando o teaser de uma novela consegue descrever perfeitamente a novela. Como, por exemplo, em A Vida da Gente, que, em poucos segundos, já contava a sua história desde os teasers (mesmo que não tenha sido uma chamada bombástica como as demais da lista).



09º lugar: O Rebu


Com requintes de super produção, as "promo" de O Rebu mostravam imagens desfocadas de uma festa badalada e luxuosa, o principal tempo de ação da trama, convidando o público a participar. Só por isso já foi possível ter uma ideia do luxo que a novela seria em meio ao mistério "quem matou?".



08º lugar: Poder Paralelo


A Record caminha a passos rápidos na produção de chamadas e "promos" de seus produtos. Porém, quando o assunto é teaser, a emissora ainda engatinha. A maioria das suas novelas tiveram teasers fraquíssimos e sem sal. Exceção para Poder Paralelo, que teve uma tacada brilhante e que logo de cara fez com que o público quisesse conhecer a história da trama.



07º lugar: O Profeta


Curta e pouco explicativa, porém, profunda e até mesmo assombrosa. Definição prática para o teaser muito bem produzido em um dos grandes momentos de inspiração dos responsáveis pela produção de O Profeta, convidando o telespectador a "seguir" pelo caminho do bem ou do mal.



06º lugar: Avenida Brasil


Uma passagem de tempo mostra a personagem interpretada pela atriz Mel Maia, tristonha, se transformar na Débora Falabella, com sangue nos olhos, prometendo fazer justiça após perder a família e a casa na infância. Pronto! Ficamos todos loucos para que Avenida Brasil estreasse logo.



05º lugar: Laços de Família


Manoel Carlos é fera em matéria de unir depoimentos reais à ficção. Em Laços de Família, diferente de suas outras novelas, as declarações foram usadas nas prévias de divulgação, onde os artistas do elenco contavam algo sobre suas vidas de maneira muito emocionada. Uma ideia que, a princípio, pode parecer boba e piegas para alguns, mas, na prática, se mostrou uma grata revelação (ainda mais levando em conta o tema principal da novela: as relações familiares).




04º lugar: Cama de Gato


Um teaser que, aparentemente, chama a atenção do público, mas que não conta nada da história. Essa é a primeira impressão de quem viu. Entretanto, foi genial, já que foi nada mais, nada menos que uma metáfora para toda a sinopse da excelente novela Cama de Gato. Muito criativo!



03º lugar: A Próxima Vítima


Um clima de suspense dava o tom de A Próxima Vítima, cuja espinha dorsal era centrada em três perguntas: "quem matou?", "por que matou?" e "quem será a próxima vítima?". E já que a trama era policial, nada melhor que apresentá-la como se fosse um noticiário de um programa policial. Meda!



02º lugar: A Regra do Jogo



Em um tabuleiro de xadrez, vestidos de branco e preto (que representam, respectivamente, o bem e o mal), o elenco se movimenta no tabuleiro como se fossem peças de um jogo de xadrez. Alexandre Nero, o protagonista, é o único que, no final, aparece de preto e branco, mostrando que não é tão bonzinho quanto aparenta. Se o objetivo era deixar o público morrendo de ansiedade para que A Regra Do Jogo comece logo, conseguiram (a novela só estreia dia 31 de agosto)! 



01º lugar: A Favorita



Se o autor João Emanuel Carneiro queria inovar no modo de se fazer novelas, a direção assumiu esta responsabilidade na produção do teaser de A Favorita. A novela apresentava uma proposta totalmente diferente e inovadora: o público não sabia qual das duas protagonistas era a vilã e quem era a mocinha. Colocá-las lado a lado lendo o mesmo texto e interpretando, olhando para a câmera, conforme sua personalidade poderia ter sido um risco, mas acabou se mostrando um grande acerto ao confundir o público sobre quem era quem. Genial! O melhor teaser de novela que eu já vi!


domingo, 26 de julho de 2015

Os vovôs e vovós mais marcantes da telinha


Vovô Pepe

O jeito bonachão de Elias Gleizer fez com que o ator interpretasse vários avôs nas novelas, mas o mais marcante de todos foi, sem dúvida alguma, na novela Era Uma Vez. Era uma vez um lugarzinho no meio do nada com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada que tinha um vovô muito babão, mais conhecido como Vovô Pepe (Elias Gleizer). Extremamente criativo, tirava sempre da natureza o material e o combustível para fazer funcionar suas invenções. É pai de Álvaro (Herson Capri) e avô de Glorinha (Luiza Curvo), Zé Maria (Alexandre Lemos), Marizé (Alessandra Aguiar) e Fafá (Pedro Agum). Pepe era amado por todos, especialmente pelas crianças, a quem tratava de igual para igual. A única pessoa que não gostava dele era o avô materno das crianças, Xistus (Cláudio Marzo), que o considerava um lunático, despreparado para educar os quatro netos.





Flora e Leopoldo

Se você se lembra do ódio mortal que sentiu da Dóris (Regiane Alves) em Mulheres Apaixonadas, provavelmente deve se lembrar o que tornou a moça tão detestável: Dóris era o demônio em pessoa com seus avós. E foi justamente essa história que mobilizou completamente o público na época. O casal de idosos Flora (Carmem Silva) e Leopoldo (Oswaldo Louzada) viviam no mesmo apartamento com o filho Carlão (Marcos Caruso), a nora Irene (Marta Melinger) e os netos Carlinhos (Daniel Zettel) e Dóris. Os dois foram atores no passado e ajudavam o filho no sustento da casa e da família, mas eram frequentemente maltratados pela neta, que só conseguia enxergá-los como um peso. Dóris não queria mais dividir o quarto com o irmão e ficava pressionando os pais para ter um espaço só seu em casa. Como não havia mais cômodos no apartamento, ela acha que seus avós paternos podiam muito bem dormir no quarto da empregada e vivia humilhando-os e furtava dinheiro deles para satisfazer seus caprichos. E o pobre casal de idosos sofria calado. A insistência da jovem causou vários transtornos familiares. Por seu mau-caratismo e sua insensibilidade, Dóris chegou até a levar uma surra merecida (e antológica) de cinto do pai. O problema só se resolve no final, quando Flora e Leopoldo se mudam para o Retiro dos Artistas, uma instituição que acolhe artistas idosos no Rio de Janeiro. Lá, os dois passam a ter uma vida mais tranquila e feliz.




Dona Valentina, a Velha Poooooorca!!!

Mas nem só de velhinhos fofos e bonzinhos é composto a nossa teledramaturgia. A Valentina (Daisy Lúcidi) de Passione é um bom exemplo disso. A personagem era tão detestável que a própria atriz que a interpretara chegou a ser agredida verbalmente e recebeu ameaças pelo público nas ruas na época. Mulher de passado misterioso, quem vê pensa que é boa pessoa. Valentina era avó de Kelly (Carolina Macedo) e Clara (Mariana Ximenes), com quem tem uma relação conflituosa e pela qual era carinhosamente apelidada de velha porca. Na verdade, Valentina era uma avó monstruosa que oferecia suas netas para qualquer homem que lhe ofertasse um bom dinheiro. Felizmente, a velha porca é presa no final da novela por exploração sexual de menores.



Copélia

Copélia (Arlete Salles) não era bem aquela avó do tipo que faz bolinho de chuva para os netinhos. A tresloucada mãe de Celinha (Adriana Esteves) no seriado Toma Lá Dá Cá vai morar com a filha depois de perder a casa em um incêndio. Vaidosa ao extremo, não admite a idade avançada e se comporta como uma adolescente irresponsável, dando péssimo exemplo para os três netos. Um de seus programas prediletos é sair para curtir a noite com a neta Isadora (Fernanda Souza). Invariavelmente, elas sempre chegavam em casa quando o dia estava quase amanhecendo, completamente de porre. E o que Copélia fazia na night? Ehr... Bem... Prefiro não comentar!!!



Vovó Piedade

Não é só de Paola Bracho (Gaby Spanic) que vive A Usurpadora. Uma das personagens mais legais da trama mexicana (depois da Paola, é claro!) é a Vovó Piedade (Libertad Lamarque), a grande matriarca da família Bracho. Avó de Carlos Daniel (Fernando Colunga), Estephanie (Chantal Andere) e Rodrigo (Marcelo Buquet) e bisavó de Lizete (María Soler) e do MOLEQUE INSUPORTÁVEL Carlinhos (Sérgio Miguel), ela era alcoólatra e, com a ajuda de Paulina, acaba se livrando do vício do álcool ao longo da novela. No fundo, Vovó Piedade é uma mulher de pulso firme e pronta para tomar as rédeas da família. Muitos foram os momentos marcantes dessa grande personagem: quando implorava por conhaque, quando apoiava o caso de amor de Carlos Daniel com a Paulina e vivia empurrando ele pra cima da usurpadora, quando enfrentava a Paola...




Nicette Bruno

Quem assiste a novela das sete, I Love Paraisópolis, atualmente, certamente deve se emocionar bastante com a adorável Izabelita. A avó do mocinho Benjamin (Maurício Destri) se esforça para ajudar a comunidade que vive em frente ao prédio de sua família e não se deixa abater nem mesmo pela doença de alzheimer, da qual sofre e se encontra em estágio inicial. Mas essa não é a primeira vez que Nicette Bruno vive uma avó na ficção. Quem não se lembra da Dona Benta, a avó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Picapau Amarelo, que vivia contando histórias maravilhosas e estimulando a criatividade e imaginação dos seus netinhos? Como não amar a sensível Iná, de A Vida da Gente, uma avó de coração enorme que lutava como uma leoa para impedir que o comportamento doentio de sua filha destruísse o amor que existia entre suas netas, Ana (Fernanda Vasconcellos) e Manu (Marjorie Estiano)? Entre outras avós marcantes da carreira dessa grande atriz. Nicette Bruno é a vovó mais querida do Brasil... Sim ou com certeza?



segunda-feira, 13 de julho de 2015

As 10 melhores novelas das seis dos últimos tempos


10º lugar: Meu Pedacinho de Chão



09º lugar: Lado A Lado



08º lugar: A Vida da Gente



07º lugar: Cama de Gato



06º lugar: Sete Vidas



05º lugar: Escrito nas Estrelas



04º lugar: O Cravo E A Rosa



03º lugar: Cordel Encantado



02º lugar: Chocolate com Pimenta



01º lugar: Alma Gêmea



Menções Honrosas:
Cabocla, Sinhá MoçaO Profeta, Paraíso Boogie Oogie

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